terça-feira, 11 de outubro de 2011

Quer fazer parte da família?!

Wow, eu saio para ir numas festas e já tem um mooonte de gente nova... Principalmente a Koi! Bom, cheguei bem tarde e agora são 02:24 da manhã, mas....

Toda hora é hora de máfia!

Hoje eu vim falar de um dos meus animes preferidos, Katekyo Hitman REBORN! ♥



Tudo começa em uma pacata cidade no Japão, nomeada de Namimori. Nesta mesma cidade, mora um jovem de 14 anos chamado Sawada Tsunayoshi, no qual tem o apelido de "Bom-em-nada-Tsuna". Em uma manhã, ele acorda com sua mãe lhe falando que irá chamar um professor particular, pelo planfeto que ela ganhou não muitas horas antes de acordar o filho. Ela não chega a ligar ou chamar o tal professor. E quando Tsuna simplesmente cai da escada, encontra um bebê que lhe joga na cara a verdade com a seguinte frase: "Eu sou o professor particular assassino... Reborn!"

A história começa aí. Logo depois, Tsuna descobre que é canditado a ser o décimo chefe da família mais forte no mundo mafioso. Claro que ele não aceita, mas Reborn o força. Então, ao desenrolar da histórias, Tsuna ganha aliados, inimigos e afins.

Desta vez eu não vou falar sobre os personagens, pois quero que descubram sozinhos. E não desistam, sei que o começo é meio chato, mas depois fica bom.

Uma coisa notável foi o traço de Amano Akira. No começo, como quase todos os mangakás, o traço deixava a desejar. Porém, aos poucos, ela foi evoluindo e, sinceramente, acho-o um dos traços mais bonitos que já vi.
Katsura Hoshino também está nesta lista!

Reborn tem personagens adoráveis, encantadores, irritantes e intrigantes. Porém, são poucos os que vai odiar. XD~ (Não queria ter colocado um emoticon, mas vamos dar um quebra no clima chato, não?)


Bom, eu vi todo o anime, e acompanho o mangá, inclusive, tenho dois volumes comigo - que comprei meio escondida do meu pai -, e posso dizer... É uma série _ ótima _. Vale a pena ver e ler. Eu recomendo, enfim.
(Oh sim, desculpem a imagem, mas como é tarde, não posso procurar uma original melhor. >_<)


Bom... Até mais, herbívoros!

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